terça-feira, 14 de junho de 2016

Uma Carta ao Nobre Pastor Silas Malafaia.



Abaixo, no final, há duas fortíssimas revelações sobre sábados e domingos, mas que não foram escritas.



Eu, Waldecy Antonio Simões, internauta ativo na propagação da Palavra de Deus, pertenço a uma das 398 congregações pelo mundo que santificam o sábado como o Dia do Senhor, portanto somos os remanescentes que não aceitaram a subserviência ao papado romano de tantos erros. Siga o Link:



http://gospel-semeadores-da.forumeiros.com/t12521-todas-as-igrejas-que-guardam-o-sabado. 

“Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27

Pastor Malafaia, antes sempre tive prazer de ouvi-lo propagar a Palavra de Deus. Mas, no ano passado, também num sábado, pela manhã, ouvi o senhor afirmar:

“Nove dos mandamentos de Deus se repetem pelo Evangelho, mas o do sábado não, por isso nós não o guardamos”.  Não sendo eu adventista, mas estudioso do Evangelho, pensei:

Percebo erros graves em sua declaração quanto a não haver repetições sobre o sábado no Evangelho.  Pelo menos SÃO DEZ  as repetições sobre o sábado no Evangelho. Na Verdade são doze as repetições,  mas fiquemos apenas com as dez principais. Vamos provar.

Primeiramente, é óbvio e muitíssimo fácil concluir que o Sábado é para sempre, apenas lembrando que a Palavra de Deus permanece eternamente.  Quem fugir dessa Verdade, ingressa no farisaísmo:

Seca-se a erva, e cai a flor, soprando nela o Espírito do Senhor. Na verdade o povo é erva. Seca-se a erva, e cai a flor, porém a palavra de nosso Deus subsiste eternamente”. Isaías 40:7.

“Porque toda a carne é como a erva, e toda a glória do homem como a flor da erva. Secou-se a erva, e caiu a sua flor, mas a palavra do Senhor permanece para sempre. E esta é a palavra que entre vós foi evangelizada”.  I Pedro 1:24.

Nobre pastor Malafaia, nem seria preciso escrever defendendo o sábado e negando veementemente que, segundo sua doutrina, os apóstolos levaram os cristãos a guardar o domingo após "deletar" o sábado, chamado por Deus como SANTO E BENDITO. Sabe por que? 

Porque essa história descabida de que os apóstolos de Jesus guardavam o domingo se constitui no Maior Estelionato Espiritual da História, por todos os tempos, senão vejamos:


Essa história, sem fundamentos, propagada por católicos, ortodoxos e evangélicos a respeito de que a Ressurreição de Jesus teria ocasionado a "exclusão" do Quarto Mandamento de Deus, o do Sétimo Dia, caracteriza- se como um grande estelionato religioso, o maior de todos os tempos, um atentado grave à Palavra Escrita de Deus, pois tanto católicos, ortodoxos e evangélicos alegam que a partir da Ressurreição de Jesus os apóstolos teriam levado o povo cristão a guardar o domingo. Simples assim, como se isso pudesse ser possível!

  
Essa discussão constante sobre sábados e domingos como sendo o Dia do Senhor é de grande inutilidade, pois a verdade sobre isso é tão cristalina, tão esclarecedora e tão conclusiva que inviabiliza qualquer discussão a respeito.   Quer ver por quê?


Os apóstolos de Jesus e os demais cristãos da Igreja Primitiva jamais guardaram um só domingo, e provaremos agora:  Esse dia só começou a acontecer como “substituto” do sábado no ano 364 de nossa era, ou seja, 334 anos depois da Ressurreição de Jesus.  Portanto, somente mais de três séculos depois da Ressurreição de Jesus os cristãos passaram a desrespeitar o sábado promulgado por Deus no Monte Sinai, e mesmo assim obrigados.
“Lembra-te do dia do sábado, para o santificar. Seis dias trabalharás, e farás toda a tua obra.   Mas o sétimo dia é o sábado do Senhor teu Deus; não farás nenhuma obra, nem tu, nem teu filho, nem tua filha, nem o teu servo, nem a tua serva, nem o teu animal, nem o teu estrangeiro, que está dentro das tuas portas.  Porque em seis dias fez o Senhor os céus e a terra, o mar e tudo que neles há, e ao sétimo dia descansou; portanto abençoou o Senhor o dia do sábado, e o santificou”. Êxodo 20:8-11
Pode-se discutir preceitos bíblicos, quando dão margem a mais de uma interpretação, mas NEGAR A HISTÓRIA  e as RAÍZES DA IGREJA, que também é História, isso não é possível, dentro da honestidade.

No Evangelho, não encontramos uma só linha que informe que o sábado viria a ser “substituído” pelo domingo da Ressurreição de Jesus (mesmo porque isso seria impossível),  mas a História nos revela que somente no ano 364 os cristãos foram obrigados a passar a guardar o tal domingo.


A ALTÍSSIMA IMPORTÂNCIA DO CONCÍLIO LAODICÉIA, NA BUSCA DA VERDADE SOBRE SÁBADOS E DOMINGOS.



Os cristãos não devem judaizar e descansar no sábado, mas sim trabalhar neste dia; devem honrar o dia do Senhor e descansar, se for possível, como cristãos. Se, entretanto, forem encontrados judaizando, sejam excomungados por Cristo”.  Hefele, Karl Joseph 1809-1893  HISTORY OF THE COUNCILS OF THE CHURCH, vol. II, livro 6, sec. 93, pág. 318. 

Por que o bispo de Roma, especificamente Libório, nomeado pelo clero católico de hoje como Papa Libório, no ano 364 da era cristã, convocou um Concílio denominado CONCÍLIO DE LAODICÉIA? 

Porque a convocação e o resultado do CONCÍLIO DE LAODICÉIA DESMENTE CATÓLICOS, ORTODOXOS E ATÉ EVANGÉLICOS que alegam que após a Ressurreição de Jesus a Igreja Primitiva passou a trocar o sábado pelo domingo.  Nada mais que UMA MENTIRA INFERNAL, pois está provado que pela existência do CONCÍLIO DE LAODICÉIA, OS CRISTÃOS GUARDARAM TODOS OS SÁBADOS ATÉ O ANO 364, PORTANTO 332 ANOS APÓS E RESSURREIÇÃO DE JESUS, quando, então foi completamente proibida a guarda do sábado a favor do domingo, sob decreto e de severos castigos, e até ameaça de excomunhão,   a qualquer cristão que teimasse em continuar com a guarda do sábado.

Sabe-se que o papado romano, antes de Napoleão ter fechado o Vaticano e encarcerado o Papa Pio VII, depois da morte dele, Napoleão, o clero católico tentou reativar a Pavorosa Inquisição, mas por conta do iluminismo, da descrença na tal excomunhão eterna, o mundo não permitiu.

As fontes sobre o resultado deste importante CONCÍLIO DE LAODICÉIA são extensas e não há como negar a autenticidade, apesar da ardilosa sagacidade dos papas romanos que negam a existência, tanto do Concílio de Toulouse, pelo qual foi criado a pavorosa Inquisição Católica, como também não consta em sua listagem o CONCÍLIO DE LAODICÉIA, que prova que os cristãos só passaram a guardar o domingo no lugar do sábado a partir do resultado desse concílio. 

Ainda bem que sempre tivemos a presença dos REMANESCENTES, aqueles realmente da Bíblia, somente da Bíblia, que praticaram a OBEDIÊNCIA a Deus Pai procurando guardar TODOS os seus 10 mandamentos:

“Ainda que o número dos filhos de Israel seja como a areia do mar, o remanescente é que será salvo”. Romanos 9:27

Além da História Universal, das grandes enciclopédias mundiais, há dezenas de autores que atestam a existência dos Concílios de Toulouse e de Laodicéia, não constantes dos 21 concílios católicos, exatamente por que a existência deles desmente a doutrina católica. Vamos a alguns deles:

A HISTORY OF THE COUNCILS OF THE CHURCH:  Charles Joseph Hefele. Teólogo que exerceu a função de bispo em Rottenburg, Germany.
SANTOS E PECADORES. Eamon Duffy.
BABILÔNIA: A RELIGIÃO DOS MISTÉRIOS.      Ralph Woodrow. 
 OS PIORES ASSASSINOS E HEREGES DA HISTÓRIA.     Jeovah Mendes.1997.
O PAPA E O CONCÍLIO. DE TAYNE.            Historiador da Literatura Inglesa. Coroado pela Acad. Francesa.
O CRISTIANISMO ATRAVÉS DOS SÉCULOS.            Earle E Cairns.  1977.


Portanto, com todas as fontes existentes que provam a autenticidade do evento CONCÍLIO DE LAODICÉIA, só podem ignorar os fariseus modernos e os hipócritas que se apegam mais à sua doutrina que à Palavra de Deus Escrita, cujo resultado desse concílio foi UMA TREMENDA AGRESSÃO A DEUS PAI, às suas leis que nunca mudam, a um Deus que declarou que ele não muda (Malaquias 3:6) pelo menos em suas promulgações à Humanidade, como jamais mudou em suas severas promulgações ao primeiro casal, que na época representava a Humanidade, pois os castigos respingam em nós outros até hoje, e mesmo com a Vida do Jesus do Amor, que se emocionava e até chorava vendo a miséria humana, mas por conta de um  Deus Pai que nunca volta atrás em suas promulgações, infelizmente nada pode fazer a respeito de pelo menos abrandar as dores do parto.

Mas por que isso? Por que o resultado do CONCÍLIO DE LAODICÉIA foi tão importante na vida do Cristão?  Havia décadas, antes do Concílio de Laodicéia, que os bispos de Roma tentavam se desligar completamente dos judeus, os “assassinos de Cristo”, e por isso mesmo pretendiam se desvencilhar do item mais importante que os incomodavam: o Sétimo Dia, o sábado sacratíssimo para os judeus.

Os cristãos não devem judaizar e descansar no sábado, mas sim trabalhar neste dia; devem honrar o dia do Senhor e descansar, se for possível, como cristãos. Se, entretanto, forem encontrados judaizando, sejam excomungados por Cristo”.  Hefele, Karl Joseph 1809-1893  HISTORY OF THE COUNCILS OF THE CHURCH, vol. II, livro 6, sec. 93, pág. 318. 

Até Martinho Lutero herdou esse ódio contra os israelitas judeus, o povo de Deus:

A existência dos judeus é coisa perversa, venenosa e diabólica”.  “Queimem no inferno, é isso que merecem”.  “Os judeus são demônios”.  Fonte: John Hagee, Grande empreendedor para a união entre cristãos e judeus, em um de seus 21 livros escreveu a respeito de Lutero: ‘Should Christians Support Israel? página 167.

O professor de História Eclesiástica Edward Brerewood, do Gresham College, Londres, afirma:

“O sábado foi religiosamente observado na Igreja do Oriente, durante mais de trezentos anos depois da paixão do Salvador.” Fonte: “Learned Treatise of the Sabbath”, pág. 77.

O puritano William Prynne confessa francamente:

O sábado do sétimo dia foi observado por Cristo, pelos apóstolos e pelos primeiros cristãos até que o Concílio de Laodicéia, século Quarto, há certos respeitos como o que aboliu a sua observância. O Concilio de Laodicéia decidiu, em primeiro lugar, a observância do Dia do Senhor, no caso o domingo, e em seguida proibiu sob pena de maldição a observância do sábado judaico.”  Fonte:  “História dos Concílios”, par. 38, pág. 163, tudo isso para não se parecer, em nada, aos judeus. Assim o forte vínculo que o papado romano tinha com os judeus foi abolido, sob aplausos de Satanás. Que havia maquinado bastante para isso! 

William Prynne foi membro da Igreja Presbiteriana, estudou na Universidade de Oxford e atuou como advogado e escritor.  William Prynne  (1633). Dissertation on the Lord's Day Sabbath, p. 33-34, 44. Quote in: ANDREWS, J. N. (1862). History of the Sabbath and First Day of the Week, Batthe Creek, US-MI: Steam Press of the Seventh-Day Adventist Publication Association, part. II, p. 265;

Portanto, irmãos católicos, ortodoxos e evangélicos, DE NADA ADIANTA inventar o domingo no Evangelho, pois isso é uma grossa mentira.




Mas mesmo assim, vamos continuar mostrando, pelos argumentos bíblicos, que O SÁBADO É PARA SEMPRE e que os apóstolos de Jesus jamais guardaram um só domingo, mas, como aos tempos de Paulo, décadas após a Ressurreição de Jesus ELE LEVAVA QUASE TODA A CIDADE A LOUVAR AOS SÁBADOS.Veja logo abaixo.

Não se esqueça de que Jesus nomeou todos aqueles que o acusaram (e ainda acusam) de violar os sábados santos, de FILHOS DO DIABO:

 “Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira.    Mas, porque vos digo a verdade, não me credes.   Quem dentre vós me convence de pecado? E se vos digo a verdade, por que não credes?   Quem é de Deus escuta as palavras de Deus; por isso vós não as escutais, porque não sois de Deus”.   João 8:44-47

Então, vamos às Dez provas, somente refutáveis para aqueles fariseus que tentam, de todas as maneiras, fugir da VERDADE BÍBLICA DO SÉTIMO DIA:


1   Primeira:   O sábado foi estabelecido por causa do homem...” .  Marcos 2:28.  Jesus afirma que    o sábado foi criado para o homem. Pelo verso inteiro Jesus nos revela que o homem não foi criado só para o sábado, MAS O SÁBADO FOI CRIADO PARA O  HOMEM (a Humanidade).

Segunda:   “E, chegando a Nazaré, onde fora criado, entrou num dia de sábado, segundo o seu costume, na sinagoga, e levantou-se para ler”.    Lucas 4:16.  Não imposta as interpretações, mas o que importa é que Jesus se fez mostrar santificando o sábado e assim transmitiu para sua Igreja concedendo o exemplo. Se o nobre pastor tentar desmerecer essa Verdade, saiba que esse exemplo de Jesus guardar os sábados foi colocado pelo Espírito Santo de Deus para que sua Igreja e nós outros nos espelhássemos nele.
                                                                      
Terceira:  O sábado ia começar. Ora, as mulheres que tinham ido da Galiléia com Jesus, indo, observaram o sepulcro onde fora colocado o corpo de Jesus. Voltando, prepararam aromas e bálsamos. No sábado, observaram o repouso, segundo a Lei”.  Lucas 23:55 - 56. 

O preceito acima nos revela que Jesus ensinou  a sua Igreja Primitiva a santificar os sábados de Deus. Nem precisava, pois entre os judeus cristãos havia a fé ferrenha no Decálogo, com forte atenção ao Sétimo Dia.

     Quarta:   “No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”Atos dos Apóstolos 16:13.


Esse preceito revela, com toda clareza, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos, DÉCADAS APÓS A RESSURREIÇÃO DE JESUS e na falta de templos foi realizada ao AR LIVRE. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!
 
Quinta:   “No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”.  Atos 13:41 - 44. 

Se os judeus encheram-se de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, pois aconteceu ao ar livre, junto a um rio, pois é evidente que, quase toda a cidade não caberia num salão ou num templo, então, está claro que essa reunião, para adoração, no santo dia do Senhor, também foi realizada ao ar livre.

Sexta:    “E todo o sábado, ensinava na sinagoga, persuadindo tanto judeus como gregos”. Atos 18:4.  

Os defensores do domingo inventado argumentam, falsamente, que Paulo comparecia às sinagogas dos judeus aos sábados, porque era nesse dia que podia encontrá-los, mas não é o caso aqui, pois pela sua tradição, a israelita, jamais aceitariam que gentios pagãos - no caso presente os gregos - participassem de cerimônias em seus templos, em simples reuniões e nem mesmo aceitavam permanecer com eles ou com outros pagãos no mesmo ambiente. Sabemos que o santo em vida Paulo não ensinava somente aos judeus, mas também aos gentios e aos demais pagãos. Quanto a isso, se os primeiros cristãos guardavam o sábado mesmo após a ressurreição de Jesus, só isso prova a Grande Mentira do tal domingo, um feito gigantesco de Satanás. Um erro bíblico descomunal, mas praticado pelos evangélicos em geral, como se a Palavra de Deus pudesse mudar nua só vírgula.

Sétima:   “Então voltaram para Jerusalém, do monte chamado Olival, que dista daquela cidade tanto como a uma jornada de sábado....  Atos 1:12.

 Ora, ao se referirem a uma jornada de sábado como exemplo pelos apóstolos de Jesus, é certo que se tratava de um preceito em uso.

Oitava:     “Orai para que vossa fuga não se dê no inverno, nem no sábado.       

 Jesus Cristo, em Mateus 24:20, quando ressalta, novamente, a grande importância do sábado (nem no inverno que é muito frio, o que dificultaria a fuga dos inimigos romanos (na terrível  carnificina, no massacre contra os judeus nos anos 70, no episódio Masada), nem nos sábados porque é o Dia Santo de Deus, consagrado para descanso e louvor.

Nona:   “Porque em certo lugar disse assim do dia sétimo: E repousou Deus de todas as suas obras no sétimo dia”.  Hebreus 4:4.


1   Décima:   Em Mateus 5:17 até 37, nos revelam um Jesus legitimando TODAS AS DEZ LEIS no Evangelho. E não há como fugir disso, pois se das leis não se pode retirar um simples caractere, o Mandamento do sábado, que tem 433 caracteres, foi instituído pelo Senhor Deus para sempre!

Vede: Proponho-vos hoje  Bênção ou Maldição.  Bênção se obedecerdes aos mandamentos do Senhor. Maldição se não obedecerdes aos mandamentos do Senhor vosso Deus...   O Senhor, em Deuteronômio,   11.26.

Será, porém, que, se não deres ouvidos à voz do Senhor teu Deus, para não cuidares em cumprir todos os seus mandamentos e os seus estatutos, que hoje te ordeno, então virão sobre ti todas estas maldições, e te alcançarão”.  Deuteronômio 28:15 

“E disse: Se ouvires atento a voz do Senhor teu Deus, e fizeres o que é reto diante de seus olhos, e inclinares os teus ouvidos aos seus mandamentos, e guardares todos os seus estatutos, nenhuma das enfermidades porei sobre ti, que pus sobre o Egito; porque eu sou o Senhor que te sara”.Êxodo 15:26

portanto, pastor Malafaia, lhe provei que o sábado foi repetido no EVANGELHO POR DEZ VEZES, e ainda deixei de lado Hebreus, onde o sábado é citado novamente.


   Existem, no Evangelho, duas grandiosas revelações que não foram escritas, mas são facilmente compreendidas. Confira. Pois todo cristão deve tomar conhecimento.

PRIMEIRA REVELAÇÃO

A respeito de sábados ou domingos, se tivesse havido uma declaração dos apóstolos de Jesus, mais ou menos assim:  “Irmãos, pela grandiosidade da Ressurreição de nosso Mestre, Jesus Cristo, que já subiu ao Reino de Deus Pai, a partir de hoje vamos abolir o sábado e passar a guardar o domingo”, não teria sido algo fácil de aceitação dos cristãos, principalmente dos judeus convertidos ao cristianismo, incluindo também os fariseus da Torah.

Se tivesse havido algo assim no Evangelho, pois em seus 40 dias na Terra depois de sua Ressurreição, JESUS NADA DISSE SOBRE SUA RESSUREIÇÃO INFLUIR NA PALAVRA DE DEUS QUE  ORDENA GUARDAR O SÁBADO, e se mesmo assim os apóstolos tivessem tentado fazer mudar a tradição, muitas vezes secular, da santificação do sábado pela maioria dos cristãos originários de Israel, isso teria obrigatoriamente de ter passado por muitas reuniões para discussão, certamente acaloradas -- e ouso dizer até violentas --, sobre esse tema que seria de dificílima aprovação. 

Portanto, um evento desse porte, de suma importância, pois envolveria a Desobediência proposital  a um dos Mandamentos de Deus cravado nas Rochas Sagradas e, pela mais que secular tradição da guarda do sábado, sacratíssimo para os judeus  cristãos que formavam a maioria da Igreja Primitiva de Jesus, não haveria como não ter um período de TRANSIÇÃO! É ou não é? Vamos a todos os detalhes:

A (impossível) TRANSIÇÃO DA GUARDA DO SÁBADO PARA O DOMINGO.

Aos irmãos domingueiros eu pergunto:

Aos que julgam que a Ressurreição de Jesus foi motivo para acabar com os santos e solenes sábados do Senhor, se isso pudesse acontecer,  pergunto:  quando se passou a TRANSIÇÃO do sábado para o domingo?   Um evento desse porte, pois coloca em Xeque a Palavra Viva de Deus, teria de ter havido um período de transição, pois jamais seria possível induzir, facilmente, principalmente os cristãos advindos da tradição israelita, cessarem subitamente a santificação dos sábados apenas por conta de uma decretação a respeito pelos apóstolos de Jesus  TERIA DE TER HAVIDO, OBRIGATORIAMENTE,  UM PERÍODO DE TRANSIÇÃO.

Se tivesse havido uma declaração dos apóstolos de Jesus, mais ou menos assim:  “Irmãos, pela grandiosidade da Ressurreição de nosso Mestre, Jesus Cristo, que já subiu ao Reino de Deus Pai, a partir de hoje vamos abolir o sábado e passar a guardar o domingo”.

Se tivesse havido algo assim no Evangelho, pois em seus 40 dias na Terra depois de sua Ressurreição, JESUS NADA DISSE SOBRE SUA RESSUREIÇÃO INFLUIR NA PALAVRA DE DEUS QUE  ORDENA GUARDAR O SÁBADO, e se mesmo assim os apóstolos tivessem tentado fazer mudar a tradição, muitas vezes secular, da santificação do sábado pela maioria dos cristãos originários de Israel, isso teria obrigatoriamente de ter passado por muitas reuniões para discussão, certamente acaloradas -- e ouso dizer até violentas --, sobre esse tema que seria de dificílima aprovação. 

Portanto, um evento desse porte, de suma importância, pois envolveria a Desobediência proposital  a um dos Mandamentos de Deus cravado nas Rochas Sagradas e, pela mais que secular tradição da guarda do sábado, sacratíssimo para os judeus  cristãos que formavam a maioria da Igreja Primitiva de Jesus, não haveria como não ter um período de TRANSIÇÃO! É ou não é? Vamos a todos os detalhes:
Todos os cristãos judeus e não judeus aceitariam, passivamente, o corte do mandamento do sábado?

Se tivessem aceitado essa difícil situação, quando e onde ACONTECECEU A TRANSIÇÃO do sábado para o domingo? 

No sábado seguinte à ressurreição de Jesus, mesmo ele tendo permanecido na Terra por mais 40 dias?

Uma semana depois da Subida de Jesus ao Reino de Deus Pai? Um mês depois? Um ano depois?  

Eu mesmo respondo: NUNCA!!! Nunca houve transição alguma, pois se a História da Igreja registra que os cristãos guardavam o sábado ATÉ  NO ANO 364 depois de Cristo, onde aconteceu o Concílio de Laodicéia, que finalmente determinou a abolição do sábado na Igreja a favor do domingo?   Então segundo a total e indiscutível lógica evangélica, os cristãos continuaram a guardar e santificar os sábados,  pelo menos até esse ano da proibição.

A História das Raízes da Igreja revela, segundo os livros abaixo, que  por ódio dos judeus  e por isso mesmo para diferenciar os cristãos dos judeus, o clero resolveu, pelo Concílio de Laodicéia e assinado pelo Papa Liberio (pela contagem católica) , um decreto que proíbiu, de modo absolutamente irrevogável, irretratável e irreversível, a guarda do sábado a favor do domingo, e ainda decretou castigos aos que teimassem em continuar sabatistas, PORTANTO NÃO HOUVE TANSIÇÃO ALGUMA APÓS A RESSURREIÇÃO DE JESUS, mesmo depois de ele ter subido ao Reino de Deus Pai.

Então os cristãos da Igreja Primitiva continuaram a guardar os sábados até o ano 364, o que anula definitivamente as declarações dos domingueiros que os apóstolos de Jesus guardavam o tal domingo.

Foi aí, sim, no ano 364, que houve um breve período de TRANSIÇÃO, pois nem todos concordaram com o resultado do Concílio de Laodicéia,  resultado certamente orquestrada pelo próprio Satanás que conseguiu seu maior feito: "Riscar" das Rochas Sagradas das leis de Deus o seu mais amado mandamento, nomeado por ele como Santo e Bendito e ainda instituído como UM SINAL entre ele e a Humanidade, já que Está Escrito que não faz distinção de pessoas ou de raças, pois todos são iguais perante ele:  Romanos 10:12.  Romanos 2:11.   Atos 10:34.  Atos 3:24  Efésios 2:14.

 Então, domingueiros, essa história de que os apóstolos de Jesus santificavam os sábados está mais furada que uma peneira de arame bem separado.

A HISTORY OF THE COUNCILS OF THE CHURCH:  Charles Joseph Hefele. Teólogo que exerceu a função de bispo em Rottenburg, Germany.
SANTOS E PECADORES. Eamon Duffy.
BABILÔNIA: A RELIGIÃO DOS MISTÉRIOS.      Ralph Woodrow. 
 OS PIORES ASSASSINOS E HEREGES DA HISTÓRIA.     Jeovah Mendes.1997.
O PAPA E O CONCÍLIO. DE TAYNE.            Historiador da Literatura Inglesa. Coroado pela Acad. Francesa.
O CRISTIANISMO ATRAVÉS DOS SÉCULOS.            Earle E Cairns.  1977.



O apóstolo Paulo, décadas após a Ressurreição de Jesus, levando quase toda a cidade a louvar aos sábados ao ar livre, pois não caberia num salão:

“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, encheram-se de inveja...”.  Atos 13:41 - 44. 

Se os judeus encheram-se de inveja por ver quase toda a cidade a louvar os sábados  ao AR LIVRE, pois não caberia nem num grande templo, então não se tratava, indiscutivelmente de uma reunião judia aos sábados, mas sim de um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado.  A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir como veremos, exatamente para revelar-nos que o sábado sempre será o Dia do Senhor, não importa que no catecismo católico, como também na maioria dos seguimentos evangélicos esteja completamente diferente da Proclamação do Deus Imutável.  

SEGUNDA REVELAÇÃO


Há mais uma fortíssima revelação no Evangelho, muito importante, que não concede refutação alguma  -- se estiver presente a honestidade --, que NÃO ESTÁ ESCRITA, mas que é altamente reveladora, que indiscutivelmente PROVA biblicamente que o tal domingo nunca existiu no Evangelho como Dia de Guarda e Santificação.
 Basta RACIOCINAR para entender essa Verdade. E essa colocação é tão cristalina, tão evidente, tão esclarecedora e conclusiva que não é necessário nenhum esforço de raciocínio para abraçar a Verdade que revela que para o Senhor Deus o sábado é para sempre. Vamos a ela:
 A Verdade de Deus no Evangelho nos mostra que os judeus, em geral, principalmente os fariseus, escribas  e príncipes do templo não aceitavam, em hipótese alguma, agressões à sua mais que secular tradição. Por isso, os fariseus se rebelaram quando notaram os apóstolos de Jesus tomar as refeições sem que antes lavassem as mãos. E isso ficou registrado no Evangelho.
 Os fariseus protestaram forte apenas pelo fato de os apóstolos de Jesus tomarem as refeições sem lavar as mãos, e isso ficou registrado no Evangelho,    assim também como ficou registrado no Evangelho o protesto dos fariseus quando perceberam que num sábado os apóstolos de Jesus colhiam espigas para matar a fome, então,  por conta disso,  imagine, então, os fortes protestos e as terríveis consequências que certamente ocorreriam se os apóstolos de Jesus tivessem apenas ousado sugerir que a partir da Ressurreição de Jesus o Santo e Solene sábado de Deus seria trocado pelo domingo,   o que só veio a acontecer quando o clero de Satanás, na pessoa de seu papa Libório, pelo Concílio de Laodicéia, ano 364,  por puro ódio dos judeus proibiram o sábado  a favor do tal domingo e ainda decretaram perseguições a todo aquele que teimasse continuar com o sábado. 
 Se apenas um só dos apóstolos sugerisse que o sábado "já era"  teria provocado  um escândalo de tamanha proporção que certamente estaria devidamente registrado nas Escrituras, pois nos revelaria fortíssimas revoltas judias, uma verdadeira revolução religiosa que poderia até ter ocasionado mortes, pois por muito menos tentaram, por várias vezes, assassinar Jesus por conte de os fariseus julgarem que ele violava os sábados santos e por revelar que era o Filho de Deus Vivo. 
 Segundo a tradição israelita, se qualquer um dos  apóstolos tivesse apenas sugerido tal mudança insensata, absolutamente inconsequente -- segundo Jesus em Mateus, 5.17 até 28 --, teriam sido arrastados pelas ruas e apedrejados em praça pública por uma multidão enfurecida, pois por muito menos apedrejaram Estêvão e perseguiram Jesus jurando-o de morte, apenas por ter curado num sábado e por ter-se identificado como o Filho de Deus vivo. Ou será que você acha que não? Medite sobre isso, meu amado irmão e concluirá pela lógica irreversível!
Então, se não há um só registro de graves protestos contra um só dos apóstolos de Jesus por ensinar ou apenas por sugerir que o tal domingo viera a substituir o sábado e, apenas por isso,  facilmente se entende que NUNCA EXISTIU O TAL DOMINGO NO EVANGELHO como o Dia do Senhor, nem jamais poderia, pois Jesus bradou que o Universo inteiro e os céus poderão ser destruídos antes que das leis do Pai se consiga retirar um simples til, mas os fariseus modernos e até hipócritas, incrivelmente se opondo a Jesus e sua Verdade, pretendem retirar das leis de Deus os 405 caracteres que formam o Quarto Mandamento do Sétimo Dia. 

Sobretudo, é o único Mandamento nomeado pelo Criador como Santo e Abençoado, e ainda instituído como Um Sinal entre Deus Pai e a Humanidade, já que está bastante repetido no Evangelho que ele, o Senhor, não faz distinção de pessoas, pois todos são iguais perante ele, e em Efésios 2:14 revela que a parede que nos separava dos israelitas FOI DERRUBADA a favor da existência de UM SÓ POVO DE DEUS.

 O apóstolo Paulo foi alvo dessa fúria judia e quase foi morto por isso, mas essa revolta judia NÃO aconteceu por ensinar contra o sábado, pois se isso tivesse acontecido, fatalmente Paulo teria sido linchado, tal como o apedrejaram noutra ocasião (Atos 14:19) apenas pelo fato de ter curado um lesionado dos pés e coxo; Atos, 14:8.

Esse escândalo dos fariseus aconteceu  porque Paulo ousava ensinar uma doutrina que se opunha às leis da tradição israelita, de seus pais, tal como a Circuncisão da carne, os sacrifícios de animais nos templos, a lei da segregação racial, a lei da morte a pedradas, a lei do chicote e outras ordenanças que não tiveram lugar no Evangelho da Graça, pois se isso tivesse acontecido, por serem leis escravas, inviabilizariam a Religião da Graça e da Liberdade de Jesus.
“Quando já estavam por findos os sete dias, os judeus vindos da Ásia, tendo visto Paulo no templo, alvoroçaram todo o povo e o agarraram gritando: Israelitas, socorro! Este é o homem que por toda a parte ensina todos a serem contra o povo, contra a lei e contra este lugar: ainda mais, introduziu até a gregos no templo, profanando este recinto. Agitou-se toda a cidade, havendo concorrência do povo e agarrando a Paulo, arrastaram-no para fora do templo procurando matá-lo”.  Atos, 21.27.
Repetindo pela alta importância, o apóstolo Paulo que falava e escrevia sob completa inspiração do Espírito Santo de Deus jamais foi acusado de tentar ensinar contra o sábado, ao contrário, ele levava sua Igreja a santificar TODOS OS SÁBADOS:
 “No dia de sábado, saímos fora da porta, junto ao rio, onde julgávamos haver um lugar de oração; e, assentando-nos, falamos às mulheres que para ali tinham concorrido”. Atos dos Apóstolos 16:13. 
Esse preceito revela, com toda clareza, um culto de louvor aos sábados pelos cristãos. As mulheres cristãs sempre trabalhavam, só não aos sábados. Então, segundo o preceito acima, estavam em dia de descanso, santificando os sábados assim como os homens!

“No sábado seguinte, concorreu quase toda a cidade para ouvir a palavra de Deus, mas os judeus, vendo aquela concorrência, s encheram de inveja...”.  Atos 13:41 - 44. 
Se os judeus se encheram de inveja não se tratava de uma reunião judia aos sábados, mas sim de um culto cristão que reuniu quase toda a cidade para louvar no sábado.  A Palavra Escrita registrou essas duas revelações e várias outras idênticas colocadas a seguir como veremos, exatamente para revelar-nos que o sábado sempre será o Dia do Senhor, não importa que no catecismo católico, como também na maioria dos seguimentos evangélicos esteja completamente diferente da Proclamação do Deus Imutável:

 Quanto a isso tudo, um bispo católico, com o qual eu me correspondi a respeito de sábados e domingos, surpreendentemente, ao assegurar que os apóstolos ensinaram, na surdina, os cristãos antigos a trocarem o sábado pelo domingo, após a Ressurreição de Jesus, exatamente para que não ocorresse as revoltas acima descritas.
 “Ora, meu caro bispo – respondi --, depois que os apóstolos receberam o fogo do Espírito Santo de Deus no Cenáculo, perderam completamente o medo de qualquer ser da Terra e demonstraram isso, pois por amor ao Mestre, até a vida ofereceram para a propagação do cristianismo. então o senhor errou feio!
 Que religião verdadeira, a do poder de Deus, seria essa cujos apóstolos teriam de humilhar-se a esconder a Verdade de Deus,  por medo do mundo?  Paulo com medo?  Pedro como medo?
   Repetindo: depois que os apóstolos de Jesus receberam Labaredas de Fogo do Espírito Santo de Deus eles perderam o medo de qualquer homem da Terra inteira. Ora, então por que o senhor não levou essa grandiosidade em conta? Ora, meu caro bispo, o seu cristianismo não representa Verdade de Deus!”.  O bispo silenciou.
 A Verdade está revelada, por isso RACIOCINEM, irmãos, e não ajam como os fariseus modernos que bloqueiam as suas consciências e anestesiam as suas mentes na repulsa satânica contra os sábados santos. Se raciocinarem com honestidade, facilmente concluirão que NÃO HÁ A MÍNIMA POSSIBILIDADE  DE A  IGREJA DE JESUS TER VIOLADO UM SÓ SÁBADO SANTO E ABENÇOADO DE DEUS, COMO ESTÁ ESCRITO.
Quem precisa mais que isso para ter a certeza de que o sábado é perpétuo?

Aos irmãos domingueiros eu pergunto:

Aos que julgam que a Ressurreição de Jesus foi motivo para acabar com os santos e solenes sábados do Senhor, se isso pudesse acontecer,  quando se passou a TRANSIÇÃO do sábado para o domingo?.  Obrigatoriamente teria de ter havido um período de transição e devidamente registrado no Evangelho, assim como ficou registrado o simples fato de os apóstolos comerem sem lavar as mãos.

Um evento desse porte, de suma importância, pois envolveria a Desobediência proposital  a um dos Mandamentos de Deus, e pela mais que secular tradição da guarda do sábado, sacratíssimo para os judeus  cristãos que formavam a maioria da Igreja Primitiva de Jesus, não haveria como não ter um período de TRANSIÇÃO! É ou não é? 
 Todos os cristãos judeus e não judeus teriam aceitado passivamente o corte do mandamento do sábado?

A TRANSIÇÃO ACONTECECEU no sábado seguinte à ressurreição de Jesus?  No sábado depois que ele subiu ao Reino de Deus Pai? Uma semana depois? Um mês depois? Um ano depois?  Eu mesmo respondo: NUNCA! Nunca houve transição alguma, pois se a História da Igreja registra que os cristãos guardavam o sábado AINDA no ano 364 depois de Cristo, e que por ódio dos judeus o clero resolveu, pelo Concílio de Laodicéia e assinado pelo Papa Libório, um decreto que proíbiu, de modo absolutamente irrevogável, irretratável e irreversivel, a guarda do sábado a favor do domingo, e ainda decretou castigos aos que teimassem em continuar sabatistas NÃO HOUVE TRANSIÇÃO ALGUMA APÓS A RESSURREIÇÃO DE JESUS!

Então os cristãos da Igreja Primitiva continuaram a guardar os sábados até o ano 364.

Foi aí, sim, no ano 364, que houve a TRANSIÇÃO, pois nem todos os cristãos aceitaram passivamente a exclusão do Quarto Mandamento de Deus a favor do tal domingo, fato certamente orquestrado pelo próprio Satanás que conseguiu seu maior feito: "Riscar" das Rochas Sagradas das leis de Deus o seu mais amado mandamento, nomeado por ele como Santo e Bendito e ainda instituído como UM SINAL entre ele e a Humanidade, já que Está Escrito que não faz distinção de pessoas ou de raças, pois todos são iguais perante ele:  Romanos 10:12.  Romanos 2:11.   Atos 10:34.  Atos 3:24  Efésios 2:14.

 Então, domingueiros, novamente coloco: essa história de que os apóstolos de Jesus santificavam os sábados está mais furada que uma peneira de arame bem separado.

Abaixo, alguns de meus blogs que têm tudo a ver com esse presente arquivo.














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 Waldecy Antonio Simões. walasi@uol.com.br

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